Numa folha qualquer, eu desenho um sol amarelo e com cinco ou seis retas. É fácil fazer um castelo. Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva. E se faço chover, com dois riscos, tenho um guarda-chuva. Se um pinguinho de tinta, cai num pedacinho azul do papel, num instante imagino, uma linda gaivota a voar no céu (...)